quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Taxista ficou com sono e passageira assumiu o volante


Uma jovem filipina apanhou um táxi, mas acabou por ser ela própria a conduzir o carro até ao destino, enquanto o taxista dormia no banco de trás. Cristina Tan vinha a conversar com taxista, ainda no início da viagem, esta sexta-feira, e ficou a saber que ele tinha 70 anos e tinha que continuar a trabalhar para ajudar as filhas. A dado momento, ainda longe do destino, o taxista pediu a Cristina para sair e apanhar outro táxi, uma vez que estava com muito sono e poderia causar um acidente. Sensibilizada com a idade e história do condutor e sem saber se conseguiria outro táxi naquele local, Cristina ofereceu-se para conduzir. Surpreendido pela proposta, o idoso resistiu, embaraçado, contou a jovem no Facebook. Mas acabou por aceitar e ceder o lugar ao volante. Pouco depois de sentar-se atrás, o homem adormeceu profundamente "e até ressonou"! http://www.jn.pt

domingo, 17 de setembro de 2017

Morre aos 65 anos o jornalista Marcelo Rezende, apresentador do Cidade Alerta


O jornalista Marcelo Rezende, apresentador do Cidade alerta, da Record, faleceu às 17h da tarde deste sábado (16), aos 65 anos. Rezende lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado. A informação foi confirmada oficialmente após a circulação de notícias, desde a última quinta-feira, de uma falência de múltiplos órgãos. O velório de Rezende acontecerá neste domingo (17), a partir das 10h, na Assembleia Legislativa de São Paulo. A cerimônia será aberta ao público geral, onde os fãs, amigos e familiares poderão se despedir do apresentador e realizar as últimas homenagens. Desde maio, quando foi anunciada, a doença de Rezende tem comovido fãs. Famoso pelo bordão "corta pra mim", ele foi internado em uma segunda-feira (11) e, durante toda a semana, a emissora manteve em sigilo as causas do atendimento hospitalar. Ao fim da semana, no programa Domingo espetacular, foi exibida uma entrevista exclusiva sobre a condição dele. "Eu não posso mentir, fazer cara de sofrimento. Vocês não vão me ver chorando, triste, desesperado. Saio daqui para fazer quimioterapia. Estou com cara de desesperado? Não. Por uma razão: desde que eu sou criança, eu tenho uma absoluta confiança e conhecimento de Deus", contou o jornalista. Algumas semanas depois, entretanto, o carioca optou por encerrar o tratamento médico tradicional, baseado em medicamentos, e iniciou um método espiritual em Minas Gerais "por ordem de Deus", segundo ele. "Não adianta curar o físico e não ter a frente o espiritual", defendeu. A escolha pela terapia alternativa foi criticada por fãs, razão pela qual ele gravou vídeos para esclarecer a decisão. "Uma das coisas que me deixaram triste foi quando eu desisti da medicina tradicional e algumas pessoas - ainda bem que foram poucas - me chamaram de covarde. Mas como posso ser covarde, se cada passo que eu dou é orientado pelo meu pai? Portanto, eu quero dizer uma coisa: foi a melhor decisão que eu tomei. E não tomei porque eu quis. Eu tomei porque Deus, soberano, mandou. E olha eu aqui, mais uma vez mostrando que eu estou me recuperando e que a cura está cada vez mais perto. E eu dependo cada vez mais da sua oração. Que Deus nos proteja e nos abençoe", desabafou ele, em vídeo. No último dia 12 de maio, Rezende apresentou pela última vez o seu programa Cidade Alerta, na Record. Pouco tempo depois, o jornalista foi afastado da emissora por conta do severo tratamento contra o câncer. A notícia da morte foi veículada com muita emoção pelos seus colegas de trabalho, que falavam direto do Hospital Moriah, onde o apresentador estava internado nos últimos dias. Desde às 18h, fãs se aglomeram em frente ao local para prestar homenagens e solidariedade ao apresentador, seus familiares e amigos. No dia 4 de setembro, um vídeo - vários foram publicados por ele no decorrer do processo - preocupou ainda mais o público. Com aparência extremamente debilitada, ele comentou a "montanha-russa" a caminho da cura à qual estava submetido. "Olha, muita gente vive de boato e no meu caso eu até entendo, não é toda hora que tem uma informação. Mas devemos esquecer os boatos. Eu tenho câncer, tem altos e baixos, é como uma montanha russa. Tem hora que eu estou lá em cima e tem hora que eu estou em baixo, mas importante é que eu estou firme e estar firme é aqui, onde a mente funciona. Eu estou firme pra enfrentar os baixos, até chegar o momento em que o alto vai deslizar e aí a cura vai chegar. E eu tenho certeza disso porque Deus está comigo, Deus está contigo", comentou. Nascido no Rio de Janeiro em 12 de novembro de 1951, Marcelo Rezende começou a carreira na comunicação no Jornal dos Sports, na capital carioca, aos 17 anos. Ele passou pela Rádio Globo, pelo jornal O Globo e pela revista Placar, especializada no segmento esportivo. Rezende ingressou em 1987 na Rede Globo, na qual estreou como apresentador, à frente do Linha direta, em 1999. Antes de se consagrar como apresentador do Cidade alerta, a partir de 2012, ele comandou o programa entre 2004 e 2005 e foi repórter do Domingo espetacular e do Repórter Record. http://www.diariodepernambuco.com.br

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sangramento Gengival


Não é novidade para ninguém que o corpo humano é a mais perfeita máquina que já existiu, trabalhando de modo totalmente interligado. Por isso mesmo, os sinais que ele nos transmite nem sempre são fáceis de identificar, uma vez que podem estar associados a diversas questões. Exemplo disso é que, não raro, estamos no meio da escovação dental diária quando, de repente – surpresa! –, verificamos que há sangue na espuma que descartamos. Seria esta uma “mensagem” do nosso organismo?… O sangramento gengival é um problema com o qual algumas pessoas convivem por anos sem se incomodar ou sem considerar que isto possa ser o indício de algo mais sério, embora, na verdade, ele seja um grande sinal de alerta de que alguma coisa não está funcionando perfeitamente bem. Em suma, a gengiva é responsável por proteger os dentes e a estrutura óssea contra as bactérias, corpos estranhos e, até mesmo, de alimentos que possam danificá-los de alguma maneira. A sua aparência normal deve ser rosada, justa aos dentes, e, exceto em ocasiões nas quais ocorra um incidente – como, por exemplo, quando o fio dental a “corta” –, deve ser capaz de aguentar traumas como a mastigação e a escovação sem desencadear qualquer sinal de sangue. Na maioria dos casos, quando esses ferimentos espontâneos surgem com o mais leve contato, isto costuma acontecer em decorrência de hábitos de higiene incorretos. Isto porque, com a limpeza inadequada da boca, a placa bacteriana se acumula e se calcifica, causando o tártaro, uma crosta tão dura que apenas um cirurgião-dentista consegue removê-la. E, nos casos em que essa remoção não é realizada, as bactérias presentes nessa substância começam a liberar toxinas que inflamam a gengiva, causando, assim, sangramento e inchaço, haja vista que a região se torna altamente vascularizada – uma forma de combater os “intrusos”. Como os sintomas são pequenos e considerados sem importância, é comum que os pacientes levem décadas até procurar uma orientação profissional. Todavia, existem casos nos quais essa intervenção pode vir “tarde demais”. Enquanto os elementos bacterianos se encontram apenas na gengiva, o tratamento é relativamente simples, sem que exista um comprometimento da saúde dental, ao passo que, na periodontite – “estágio avançado” da gengivite –, o problema já chegou ao osso e aos ligamentos, com a alteração das estruturas que sustentam os dentes (estas ficam moles). Conquanto muitas vezes o sangramento gengival possa significar uma deficiência em outras áreas do organismo, a carência de vitamina K, leucemia, alterações hormonais, diabetes, queda de resistência e desordem hemorrágica também podem ser outros possíveis diagnósticos. Sem sombra de dúvida, o que se sabe é que o fato de a gengiva sangrar se trata de uma maneira de o corpo denunciar que alguma “peça” da sua perfeita “engrenagem” está pedindo atenção. Mais do que um simples incômodo, esses pequenos ferimentos são uma porta aberta para microrganismos perigosos, que podem atingir a corrente sanguínea e agravar doenças cardíacas e/ou respiratórias crônicas, inclusive levando o paciente a óbito por infecção. Estimativas ainda apontam que cerca de 18% dos partos prematuros (bebês nascidos antes da 36ª semana ou pesando menos de 2.500 g) poderiam ser evitados se as mães tivessem tratado a doença periodontal corretamente. Um alto número de bactérias tem sido encontrado no líquido amniótico dessas gestações, e acredita-se que boa parte dele corresponda a germes bucais. No mais, o risco de morte fetal/neonatal e de sequelas neurológicas ou motoras é muito grande nesses casos. Assim, o sangramento gengival é um assunto a ser observado de perto – literalmente! Problemas na gengiva podem significar desde o comprometimento dos dentes até doenças muito mais sérias, que podem ser até mesmo fatais. Logo, a saúde bucal não pode ser deixada para segundo plano, e é centrado nesse pensamento que o SPA Odontológico Luposeli se firmou como uma das mais respeitadas clínicas especializadas em São Paulo, na qual os interessados em tratar este e outros problemas relacionados à saúde e à estética do próprio sorriso poderão agendar a sua consulta e contar com a segurança e a qualidade de uma equipe altamente capacitada, instalada numa infraestrutura única para atender a todas as necessidades de cada paciente. http://www.luposeli.com.br

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Waldick Soriano


Eurípedes Waldick Soriano (Caetité, 13 de maio de 1933 — Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2008) foi um cantor e compositor brasileiro, ícone da música classificada como brega . Em 2007, Patrícia Pillar dirigiu um documentário sobre o cantor, Waldick, Sempre no Meu Coração. Nascido em Caetité - Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo. Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" e "Se Eu Morresse Amanhã". O "fenômeno" Waldick Soriano A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo Cesar de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar", a obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos "bregas". Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 1990, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. Silvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilíbrio até ambos caírem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando risos. No início dos anos 90, mudou-se para a cidade de Teresina onde iniciou uma parceria com o violonista Fernando Fonseca, com quem fez shows pelo país inteiro naquela que seria sua última incursão pelos palcos da vida. Dois anos depois mudou-se para Fortaleza. Na capital cearense, ao lado do pianista Oliveira Junior continuou fazendo pequenas apresentações até ter diagnosticada a doença que o levaria embora. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se símbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa. Doença Waldick teve diagnosticado um câncer de próstata em 2006. Em 2 de julho de 2008 foi divulgado que seu estado de saúde era grave, pois já ocorrera metástase da doença. Veio a falecer em 4 de setembro no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro. veja o filme paixão de um homem, pra recordar.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Caso Claudia Lessi


Em 1979, eu tinha 15 anos ja queria ver o que se passava por ai, ia no cinema numa dessas noites e la no cine São Bernardo passava o filme o caso Claudia, hoje estamos vivendo tudo aquilo que acontecia naquela época abertamente, veja o filme e a verdadeira historia. A HISTÓRIA Cláudia Lessin Rodrigues morreu no Rio de Janeiro, em 23 de julho de 1977, aos 21 anos. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, nas pedras do Chapéu dos Pescadores, na Avenida Niemeyer. Ela estava nua e tinha um saco cheio de pedras amarrado ao pescoço. Logo, a polícia chegou aos nomes de dois suspeitos que estavam com ela em uma festa na noite de seu desaparecimento: George Khour e Michel Frank. Frank tinha dupla nacionalidade, fugiu para a Suíça e escapou da justiça brasileira. O julgamento do caso ocorreu em 1980, três anos após a morte de Cláudia, e durou cinco dias, um dos mais longos do Tribunal do Júri no Brasil. Ao final, George Khour foi condenado por ocultação de cadáver e cumpriu pena de três anos e quatro meses. O júri concluiu que ele não era o autor da morte de Cláudia Lessin. Michel Frank não foi julgado e morreu assassinado em Zurique, em setembro de 1989. veja o filme e entenda melhor.